terça-feira, 8 de junho de 2010

Observatório no Chile obtém imagem rica em detalhes da Grande Nuvem de Magalhães

A Grande Nuvem de Magalhães encontra-se a apenas 160 mil anos-luz de distância
Nova imagem obtida pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), de La Silla, no Chile, mostra uma vasta coleção de diferentes objetos e fenômenos numa região da Grande Nuvem de Magalhães (LMC), uma das mais próximas da Via Láctea. A observação fornece dados para diferentes projetos de investigação sobre a vida e a morte de estrelas e a evolução de galáxias.
A Grande Nuvem de Magalhães (LMC, acrônimo do inglês Large Magellanic Cloud) encontra-se a apenas 160 mil anos-luz de distância. Esta proximidade faz com que ela seja um alvo importante de estudos. A LMC situa-se na constelação de Dourado, no céu austral, por isso pode ser bem observada a partir dos Observatórios do ESO, no Chile.
Embora seja enorme para a escala humana, a LMC tem menos de um décimo da massa da Via Láctea e um comprimento de apenas 14 mil anos-luz (a nossa galáxia tem 100 mil anos-luz). Os astrônomos a classificam como uma galáxia anã irregular.
Suas irregularidades, combinadas com a sua barra central de estrelas, sugerem que interações com a Via Láctea e com a sua companheira, a Pequena Nuvem de Magalhães, podem ter distorcido a sua forma.
A LMC também possui aglomerados globulares (coleções de centenas de milhares de estrelas ligadas entre si pela gravidade, em forma mais ou menos esférica) e um deles é visível como uma forma oval amarelada na parte superior e central da imagem. Trata-se de NGC 1978, um aglomerado globular de grande massa, o que é algo pouco comum. Diferente da maioria dos aglomerados, crê-se que NGC 1978 tenha apenas 3,5 bilhões de anos de idade. A presença de um objeto desse tipo na LMC leva os astrônomos a pensarem que esta galáxia tem uma história de formação estelar mais recente do que a da Via Láctea.
Para além de ser uma região de nascimento de estrelas, a LMC viu também muitas mortes, sob a forma de explosões de supernovas brilhantes. Acima e à direita na imagem, o resto de uma delas pode ser observado, sob a estranha forma de uma nuvem chamada DEM L 190, também referida muitas vezes como N 49. No centro, onde a estrela brilhava, encontra-se agora uma estrela de nêutrons com um campo magnético extremamente forte.
Com tanta atividade, é fácil compreender porque o ESO chama a LMC de "zoo celeste".

Imagem em infravermelho revela detalhes de galáxia a 15 milhões de anos-luz

Composição mostra a galáxia Messier 83 e a versão obtida com infravermelho (d); veja no álbum
O Observatório Europeu do Sul acaba de divulgar uma bela imagem da galáxia Messier 83, obtida com o instrumento Hawk-I montado no telescópio VLT (Very Large Telescope), no Chile. A imagem mostra a galáxia na radiação infravermelha e demonstra o impressionante poder da câmera, capaz de criar a fotografia mais nítida e mais detalhada já feita da Messier 83 a partir do solo terrestre.
A galáxia Messier 83 situa-se a cerca de 15 milhões de anos-luz de distância, na constelação de Hidra. Tem um tamanho de cerca de 40.000 anos-luz, ou seja, apenas 40% do tamanho da Via Láctea. Mas é, em muitos aspectos, semelhante à nossa galáxia, tanto na forma espiral como na presença de uma barra de estrelas no seu centro.
Messier 83 é famosa entre os astrônomos devido às suas supernovas: explosões que finalizam a vida de algumas estrelas. Durante o século passado, foram observadas seis supernovas na região. Além disso, a Messier 83 é uma das galáxias próximas mais brilhantes, visível no céu através de simples binóculos.
Quando observada no infravermelho, a maior parte da poeira que obscurece a galáxia fica transparente. O gás brilhante que circunda as estrelas jovens nos braços da espiral ambém se torna menos proeminente nas imagens. O resultado é que se pode observar muito mais da estrutura da galáxia e seus grupos de estrelas.
A imagem, mais nítida, simplifica o trabalho dos astrônomos, que procuram enxames de estrelas jovens, principalmente os que se encontram escondidos nas regiões de poeira da galáxia. Quando comparada com imagens anteriores, a visão penetrante da Hawk-I revela muito mais estrelas no interior da galáxia.

Arqueólogos encontram pirâmide com tumba que pode ser a mais antiga da Mesoamérica

A tumba pode ser a mais antiga do seu tipo em toda a Mesoamérica, a região que se estende do sul do México até a Costa Rica
Arqueólogos encontraram no sul do México uma pirâmide contendo a tumba de uma alta autoridade pré-colombiana que pode ser a mais antiga do seu tipo em toda a Mesoamérica, a região que se estende do sul do México até a Costa Rica.
A pirâmide contém quatro esqueletos, indicando um enterro múltiplo realizado há 2,7 mil anos. De acordo com os cientistas, seria o antecedente mais remoto do uso de pirâmides como recintos funerários em toda a região.
Dois dos esqueletos, segundo os cientistas, estariam rodeados de pedras de jade e âmbar, além de objetos valiosos para a época, feitos de cerâmica.
Isto indicaria que um deles poderia ser o de um importante líder ou clérigo de Chiapa de Corzo, um proeminente assentamento da época.
Junto à câmara principal, os arqueólogos encontraram outro sepulcro contendo um esqueleto, "provavelmente de uma mulher" que faleceu por volta dos 50 anos de idade.
A descoberta foi feita na zona arqueológica Chiapa de Corzo, no Estado mexicano de Chiapas, por arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), da Universidade Nacional Autônoma (UNAM) do México e da Universidade Brigham Young, dos EUA.
Segundo os pesquisadores, a descoberta sugere que o uso de pirâmides como recintos funerários pode ser mais antigo do que se pensava anteriormente e poderia ser anterior à cultura maia.
A tumba estudada está localizada dentro de uma pirâmide que pode ter tido até sete metros de altura quando foi construída, com escadas de barro levando a um templo no topo de sua estrutura.

Sacrifício humano?

A câmara funerária, medindo quatro metros de comprimento por três de largura, foi encontrada após 24 horas de escavações.
A câmara principal guardava ossos de três pessoas: um homem de meia-idade, um bebê de cerca de um ano e um jovem do sexo masculino.
O homem de meia-idade estava com vários adornos, tinha a boca coberta com uma concha e os dentes incrustados com pedras de jade. Ele também tinha braceletes, colares e o que os arqueólogos acreditam ser uma máscara funerária com olhos feitos com uma pedra vulcânica verde.
Os investigadores acreditam que, a julgar pela qualidade das joias com as quais o homem foi sepultado, ele deve ter sido uma pessoa importante.
Eles dizem que os outros dois corpos – do bebê e do jovem - podem ter sido colocados depois na tumba para acompanhar o homem morto e foram possivelmente sacrificados.
Os pesquisadores dizem que a posição dos ossos sugere que o bebê foi colocado cuidadosamente na tumba, enquanto o jovem foi possivelmente jogado na câmara funerária.
No anexo à câmara principal, os arqueólogos encontraram outra sala pequena contendo o esqueleto de uma mulher, também com muitos adornos de âmbar e pingentes representando pássaros e um macaco.
O número e a variedade das oferendas sugerem que as pessoas que viviam nesta região naquela época realizavam trocas com lugares tão distantes quanto a costa do Golfo do México e o Vale Motagua, na Guatemala, região rica em jade.
Os pesquisadores dizem ainda que a descoberta sugere que havia seres humanos vivendo na região de Chiapas, no sul do México, desde 1200 A.C.

Arqueólogos encontram 100 vasilhas de 3.500 anos em Israel

Máscara de 3.500 anos encontrada entre os objetos; veja no álbum do mês

JERUSALÉM, 7 Jun 2010 (AFP) -Em torno de cem recipientes de 3.500 anos, utilizados para cerimônias pagãs, foram encontrados no norte de Israel, anunciou nesta segunda-feira uma equipe de arqueólogos.
Essa descoberta, por sua antiguidade e bom estado, é "extremamente rara", explicaram Edwin van den Brink e Uzi Ad, responsáveis pelas escavações que duraram duas semanas em um terreno de depressão natural em um substrato rochoso de Tel Qashish, perto de Haifa.
"Nunca tinha sido descoberto esse tipo de objeto, de 3.500 anos, e é extraordinário encontrá-los em tal estado de conservação", explicaram.
Entre os objetos encontrados está uma vasilha para queimar incenso e um copo adornado com a forma de uma mulher, que pode ter sido utilizado para fazer oferendas ou libações a uma divindade.
Também foram encontrados objetos fabricados em Micenas, na Grécia atual, o que prova, segundo os arqueólogos, a existência de laços comerciais entre ambas as regiões.
"Nesse período existia um perigo de invasão militar, e nossa teoria é de que os sacerdotes esconderam objetos utilizados nos templos por temor de que fossem destruídos", disse à AFP Van den Brink.
"Um sítio localizado em uma colina próxima, da mesma data, foi destruído e enterrado, então talvez tenha havido uma guerra ali", completou.
Tel Qashish, ou Tell al Qassis, em árabe, é uma cidade bíblica localizada perto do Monte Carmelo, nos arredores de Haifa.
Segundo o Antigo Testamento, em Tell al Qassis ou perto dali, o profeta hebreu Elias degolou 450 profetas do deus pagão Baal.

terça-feira, 25 de maio de 2010

HÁ HÁ

MUITO ENGRAÇADO, VOCÊS MUDARAM A SENHA COMO SE  EU NÃO SOUBESSE>>>>>>>KKKKKKKKK
SEM DÚVIDA NO PROXIMO VACILO ESSE BLOG SERÁ EXCLUÍDO!!!!
BANDO DE  FELAS DA PUTA>>>>>>>>>>>>>>EU IREI HACKEAR-E A SENHA É CINCIASDOCPMGRECO725?
SE FOR EU TEREI SEMPRE ESSE BLOG!!!!
XAU  ESSE BLOG NÃO EXISTE MAIS!!!!!


Recado para o suposto HACKER: saber a senha porque alguem lhe deu não o qualifica como HACKER. Somente como alguem sem índole, principio ou uma péssima formação familiar. Descarregue suas frustrações na sua respectiva mãe, se tiver uma é claro.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Vegetais


Superiores ou complexos
     
      Aqui estão os vegetais que possuem órgãos especiais para as suas funções: raiz, caule, folha e flor e divide-se em :
     Angiospermas: São plantas mais conhecidas. Além de raiz, caule, folha e flor, possuem fruto e semente. As sementes ficam contidas dentro dos frutos, que são os ovários das flores, fecundados e desenvolvidos. As Angiospermas são as mais numerosas e com maior variedade na superfície Terrestre, esta se divide em dois grupos:
     Monocotiledôneas – Suas sementes têm apenas um cotilédone. Os cotilédones são partes das sementes que alimentam a planta até que a raiz tenha condição de faze-lo.
     Dicotiledôneas – Suas sementes têm dois cotilédones.
     Gimnospermas: São as que não possuem ovários, por isso,  não se transformam em frutos, dão apenas sementes. As coníferas fazem parte deste grupo entre esta o Pinheiro.

Incompletos ou intermediários 
      Entre os vegetais incompletos encontram-se:
      Pteridófitos – São as plantas que possuem raiz, caule e folhas, mas não têm flores. Ex.: Samambaias, Avencas. A maioria é terrestre, com caule em forma de rizoma(subterrâneo). Desenvolve-se de preferência em lugares úmidos e sombrios. Também encontrados junto a outras planta, cujos caules lhes servem de apoio.
      Briófitas – Mais simples que os pteridófilos, os briófitas possuem radicelas (vestígios de raiz), caule e folha. Não possuem flores. São pequenos, frágeis e vivem em lugares úmidos, geralmente à sombra. Os mais comuns são os musgos e as hepáticas.
Os musgos vivem em troncos de árvores, sobre pedras ou no chão, formando uma espécie de tapete verde..
    As hepáticas são encontradas em lugares úmidos.
    Algas – São plantas muito simples, sem partes diferenciadas. Não tem raiz, caule ou folhas, e seu corpo é formado apenas por um talo. (Algumas são unicelulares autotróficas e são protistas), as algas mais numerosas estão na água, (mares, rios lagos, pântanos), mas também se encontram sobre pedras, troncos de árvores e outras superfícies muito úmidas.
     Existem alguns tipos de algas:
    Algas verdes ou Clorofíceas – São encontradas sob a forma de filamentos.
    Algas pardas ou feofíceas – Sua cor é marrom ou marrom-esverdeado. Algumas como as laminarias,  apresentam uma ramificação chamada apressório, que permite sua fixação no fundo do mar.
    Algas vermelhas ou rodofíceas – Possuem uma substância chamada ficoritrina, que lhe dá a cor característica.

   Funções
     Para extrair elementos necessários a sua subsistência, os vegetais possuem órgãos especiais: raiz, caule e folhas, já as flores são, na  maioria dos vegetais, o órgão responsável pela reprodução.
      Cada órgão executa uma função, a qual está descrita abaixo:
      Raiz,  absorve sais minerais dissolvidos em água, constituindo a seiva bruta.
      Caule, conduz a seiva bruta para todas as partes do vegetal.
      Folhas, realiza-se a fotossíntese, pela qual a seiva bruta é transformada em seiva elaborada, que é o verdadeiro alimento dos vegetais.
     A planta elimina água em forma de gotículas. Esta função denomina-se sudação, e também elimina água em forma de vapor, chamado de transpiração.
     Flores, órgãos sexuais das plantas, e por meio deles que se originam os frutos e as sementes.

 Raiz / Caule

Raiz: responsável pela retirada do solo de água e os sais minerais(seiva bruta) para a laimentação da planta e fixa a planta no solo.
     A raiz divide-se em:
     Coifa -  É  uma espécie de capuz que protege a ponta da raiz, protege a raiz contra elementos ásperos e de alguns seres vivos, e evita o desgaste da raiz.
     Zona lisa – É  também chamada de zona de crescimento é onde as células se dividem com maior frequencia.
     Zona pilífera – É também chamada de zona de absorção,  nessa região existem pêlo absorventes, responsáveis pela retirada do solo de água e sais minerais, para a formação da seiva bruta.
    Zona suberosa – Nessa região a raiz se ramifica, originando as raízes secundárias, que auxiliam a fixação da planta ao solo e aumentam a superfície de absorção.
   
    Raízes subterrâneas – Podem existir três tipos:
    
a) Raízes fasciculadas:  várias raizes finas que tem origem em um único ponto. Ex.: Grama, no milho, cana de açucar. Etc...
    b) Raizes axiais:  uma parte bem desenvolvida(raiz principal), onde parte as raminficações mas finas(raízes secundárias. Característica de vegetais de grande porte, mas pode ser encontrada no feijão, cenoura e girassol.
    c) Raízes tuberosas: possuem grande reserva nutritiva, ex. batata doce, aipim, beterraba.

     Raízes aéreas – podem ser de três tipos:

a) Raízes fasciculadas:  várias raizes finas que tem origem em um único ponto. Ex.: Grama, no milho, cana de açucar. Etc...
    b) Raizes axiais:  uma parte bem desenvolvida(raiz principal), onde parte as raminficações mas finas(raízes secundárias. Característica de vegetais de grande porte, mas pode ser encontrada no feijão, cenoura e girassol.
    c) Raízes tuberosas: possuem grande reserva nutritiva, ex. batata doce, aipim, beterraba.

     Raízes aéreas – podem ser de três tipos:
     a) Raízes adventícias:  partem do caule, também chamadas raizes escoras. Ex. mangue.
     b) Raízes tabulares: são achatadas como tábuas, encontrada em árvores de grande porte, como a sumaúma e a sequóia.
     c) Raízes sugadoras: são as plantas parasitas, como erva-de-passarinho.
     d) Raízes aquáticas: desenvolvem-se na água.

Caule: O caule tem função de sustentação das folhas, flores e frutos, também pelo crescimento, e elevação das folhas para recebimento de luz e ventilação, condução da seiva bruta e a seiva elaborada, esta condução e feita pelos vasos lenhosos(seiva bruta) e crivados ou liberianos(seiva elaborada).
      Partes do caule:
      a) Broto terminal: ponta do caule(chamado também de olho), é nessa região que o caule cresce.
      b) Brotos laterais: dão origem aos ramos.
      c) Nó: é a parte onde surgem as folhas e os brotos laterais.
      d) Entrenó: é a região do caule entre dois nós.
      Tipos de caule: Geralmente crescem no ar, contudo pode existir embaixo da terra e /ou dentro da água.
      Caules aéreos – crescem ao ar livre. Podem ser:
      a)Caules eretos: crescem em posição vertical.
      Existem os caules ereto sob a forma de Tronco, Ex. mangueira, jacarandá, seringueira, pinheiro, eucalipto.
      Como Estipe, com folhas em todas as suas extremidades., Ex. palmeiras e coqueiros.  Como forma de Colmo, com nós bem visíveis Ex. bambu ou cana-de-açúcar. E como Haste, com caule frágil ex. salsa, alface, agrião. E outras hortaliças.
       b) Caules rastejantes: crescem horizontalmente, pelo chão. Ex. melancia, abóbora, melão, pepino e batata-doce.

c) Caules trepadores: crescem apoiando-se. Ex. parreira, chuchu, maracujazeiro.
       Caules subterrâneos – crescem embaixo da Terra. Podem ser como:
       a) Rizomas: prolongam-se horizontalmente sob o solo. Ex. bambu.
       b)  Tubérculos: ricos em substâncias nutritivas. Batatinha.
       c)  Bulbos: são curtos em forma de disco. Ex. cebola
       Caules aquáticos -  crescem dentro da água.




                             Flor
       
A maioria das plantas se reproduz por meio das flores.  Aí se encontram os aparelhos reprodutores e ocorre a fecundação.
       A flor é formada de cálice, corola, androceu e gineceu
      O cálice:  É formado por um conjunto de folhas modificadas chamadas sépalas.
     A corola: É  a parte colorida da flor. É formada por folhas modificadas pétalas.
     O androceu: É o órgão masculino de reprodução da flor. É  formado de estames. O estame tem as seguintes partes: antera, filete e conectivo. A antera é a região dilatada da ponta do estame. Aí se formam os grãos de pólen. O filete é a haste que sustenta a antera, e o conectivo é a região onde se ligam o filete e a antera.
      O gineceu:  É o órgão feminino de reprodução da flor. É formado de carpelos. O carpelo tem as seguintes partes: O estigma; é a parte achatada do carpelo. O estilete é um tubo estreito e oco que liga o estigma ao ovário. O ovário é a parte dilatada do carpelo, geralmente oval, onde se formam os óvulos.
      A fecundação: É a união de grãos de pólen com o óvulo, dando origem ao ovo ou zigoto. O transporte  e feito da antera para o estigma, esse transporte se chama polinização , ao atingir o estigma sofre  modificações tornando o tubo polínico, que atinge o ovário.
      Polinização: É o transporte de grãos de pólen da antera para o estigma da flor. Pode ser da mesma flor ou de outra flor, quando é de outra flor, ocorre através do vento, insetos, pássaros, chuva ou pelo homem. 

    
Fruto:  É o ovário de uma flor, desenvolvido após a fecundação. Geralmente o fruto tem duas partes o pericarpo e a semente.
      O pericarpo tem três camadas:
      Epicarpo: A casca.
      Mesocarpo: A parte carnosa, geralmente comestível.
      Endocarpo: A parte que envolve a semente. Ex.os caroços de manga, pêssego, azeitona.
      Os frutos podem ser secos , carnosos, compostos ou falsos:
      Secos: o pericarpo e bem duro. Ex., milho, amêndoa, avelã, castanha.
      Carnosos: tem uma parte mole e comestível. Ex. Uva, laranja, manga, maçã, goiaba, pêssego.
      Compostos: se origina de um conjunto de flores(Inflorescência). Ex. Jaca, abacaxi, espiga de milho.
      Falsos: não são realmente frutos, não se origina da flor. Ex.: o caju.  Maça, morango,
      A semente é o óvulo da flor desenvolvido após a fecundação:
      A semente tem duas partes: tegumento e amêndoa.
      Tegumento: é a casca da mente.
      Amêndoa: é a parte principal da semente. Fica dentro do tegumento



domingo, 16 de maio de 2010

Jornal da Ciência

Aquecimento global pode destruir 20% dos lagartos do planeta até 2080

O desaparecimento de grande parte destes animais provavelmente teria repercussões notáveis sobre a cadeia alimentar e o ecossistema, ressaltaram aquecimento global poderá provocar a extinção de 20% da população de lagartos do planeta até 2080, segundo uma pesquisa internacional divulgada nesta quinta-feira.os cientistas.
Os lagartos são presas importantes para diversas aves, serpentes e outras espécies, e são também são predadores de insetos, explicaram os autores do estudo, divulgado na revista americanaScience de 14 de maio.
Este trabalho realizado por Barry Sinervo, professor de Ecologia e biólogo da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz (oeste), se baseou em uma ampla investigação sobre as populações de lagartos no mundo e sobre os efeitos do aumento da temperatura terrestre desde 1975 sobre estes.
Com base nestas observações, elaboraram um modelo que permite prever o risco de extinção, explicou.
Este modelo permitiu prever com exatidão zonas específicas nas Américas do Norte e do Sul, na Europa, na África e na Austrália onde populações de 34 famílias diferentes de lagartos, estudadas anteriormente, tinham efetivamente sido extintas.
Com base nessas probabilidades, o risco de que essas espécies desapareçam foi estimado em 6% para 2050 e 20% para 2080.
Já que a extinção destas populações está diretamente relacionada ao aquecimento global, limitar as emissões de dióxido de carbono é essencial para impedir o desaparecimento destas espécies no futuro.
"Trabalhamos muito para validar este modelo computadorizado que mostra bem que as extinções de lagartos ocorrem devido ao aquecimento e não pelas perdas de habitats", indicou Barry Sinervo.
O desaparecimento de lagartos foi constatado primeiro na França, seguida do México, onde 12% das populações locais entraram em extinção.
 

Aqueduto do século 14 é descoberto em Jerusalém



Arquéologos anunciaram nesta terça-feira (11) a descoberta de uma aqueduto do século 14 que forneceu água para Jerusalém por quase 600 anos. Diferentemente de outras descobertas, porém, os arqueólogos nesse caso já sabiam onde o aqueduto se encontrava.
Fotografias do século mostravam que o aqueduto era usado na cidade, na época sob comando otomano. A foto também possuía uma inscrição datando a obra, construída em 1320.
O aqueduto foi descoberto durante reparos no sistema de águas da cidade. Obras públicas em Jerusalém (e outras cidades antigas) são executadas sob supervisão de arqueólogos e outros profissionais. O objetivo é evitar que potenciais achados sejam destruídos no processo de modernização.
A equipe encontrou duas das novas seções de uma ponte de cerca de 3 metros de altura na parte oeste da Cidade Velha de Jerusalém.
Embora os arqueólogos já soubessem que o aqueduto estava lá, essa é a primeira vez que eles puderam visualizar diretamente o engenhoso sistema, usado por séculos para combater a gravidade e transportar água a longas distâncias.
Nos tempos bíblicos, o crescimento da populaçao de Jerusalém levou os líderes locais a buscar fontes de água em locais cada vez mais distantes. Uma fonte de água foi encontrada próximo a Belém, seguindo uma rota tortuosa distante 22 quilômetros. O aqueduto encontrado hoje em Jerusalém segue a mesma rota do primeiro aqueduto construído na região, há 2.000 anos.

Templo do século 5º e nilômetro faraônico são encontrados em Luxor

Pelo comunicado do Conselho Supremo de Antiguidades (CSA), o achado ocorreu durante uma escavação de rotina no conhecido como Passeio das Esfinges, que liga os templos de Luxor e Karnak e que as autoridades egípcias tentam recuperar.
O secretário-geral do CSA, Zahi Hawas, explicou que os restos do templo foram localizados no segundo setor do caminho, dos cinco nos quais está dividido.
Hawas acrescentou que o templo foi construído com blocos de pedra do período ptolemaico, que se estende entre os anos 350 e 30 a.C., e que estavam situados nas proximidades da avenida.
O secretário-geral do CSA disse que tinha descoberto um grande bloco de pedra com as inscrições "Monthemhat", quem fora governador da antiga Tebas durante a dinastia XVI, que governou entre os anos 664-525 a.C.
Sabri Abdel Aziz, chefe do Departamento do Antigo Egito, afirmou que a missão encontrou um nilômetro, construção subterrânea para medir o aumento do rio Nilo, no setor quatro do Passeio das Esfinges.
O nilômetro é composto por uma pedra circular e uma escada de caracol de sete metros.
Além disso, contém um grupo de cerâmicas com datas do Império Novo (1569-1081 a.C.).
Além disso, a missão descobriu as bases de várias esfinges no último setor do caminho, que fica em frente ao templo de Karnak.
Nos blocos podem ser lidas várias inscrições que confirmam que o rei Amenhotep 3º (1372-1410 a .C.) construiu esta parte da via.
O CSA tenta recuperar o Passeio das Esfinges, de 2,7 mil metros de comprimento e 70 de largura, que estava ladeada por uma dupla fila de figuras que representam leões tombados com cabeça humana ou de carneiro, símbolo do antigo deus egípcio Amon-Ra.



sábado, 8 de maio de 2010

Reino Plantae-Resumo


Reino Plantae
As plantas são seres eucariontes, fotossintéticos, multicelulares e diferenciam-se dos animais em relação ao modo autotrófico de vida.

O ramo da Biologia que estuda as plantas é a Botânica.

As plantas surgiram de um grupo ancestral de algas verdes, pois possuem características relacionadas, como a parede celular constituída de celulose e a presença de clorofilas “a” e “b” em seus cloroplastos.

A evolução das plantas estabelece diferença em relação à evolução dos animais, por não levar a formação de músculos, de sistema nervoso, de órgãos dos sentidos e de corpo compacto, já que não dependem do movimento para absorver seus nutrientes.

Algumas características foram conservadas por seleção natural, durante a passagem evolutiva das algas verdes para as plantas, devido à adaptação no ambiente terrestre, possibilitando a expansão das plantas. Dentre essas características, duas de grande importância:
• camada de células estéreis abrangendo e protegendo os gametângios; camada que não aparece nos gametângios de algas.
• retenção do zigoto e dos estágios iniciais de desenvolvimento embrionário dentro do gametângio feminino, concedendo abrigo ao embrião.

As plantas são dividas em dois grandes grupos:
• criptógamas (cripto-escondido; gamae-gametas): para denominar plantas com estrutura reprodutora pouco visível. Exemplos: musgos e samambaias;
• fanerógramas (fanero-visível): plantas com estruturas reprodutoras bem visíveis. Exemplos: pinheiros, mangueiras, rosas e coqueiros.

As criptógamas são divididas em dois grandes grupos:
• briófitas: criptógamas que não possuem vasos especializados para o transporte de seiva; são plantas de pequeno porte.
• pteridófitas: criptógamas que possuem vasos que conduz a seiva.

As fanerógamas são dividas em gimnospermas (possuem sementes, mas não formam frutos); angiospermas (possuem sementes abrigadas no interior de frutos).


quinta-feira, 6 de maio de 2010

Jornal da Ciência

Telescópio europeu flagra estrela gigante em processo de formação

Os primeiros resultados científicos do observatório espacial de infravermelhos Herschel, da Agência Espacial Europeia, revelam detalhes até então desconhecidos da formação das estrelas. As novas imagens mostram milhares de galáxias distantes com nuvens de formação de estrelas, espalhadas ao longo da Via Láctea. Uma imagem chega mesmo a captar o que era considerado impossível: uma estrela gigante em processo de formação.

Apresentados nesta quinta-feira (6), durante um simpósio científico, os resultados das observações desafiam ideias antigas relacionadas ao nascimento das estrelas e abrem novos caminhos à investigação futura.
As observações do Herschel da nuvem de formação de estrelas RCW 120, a 4.300 anos-luz da Terra, revelou uma estrela em estado embrionário, que irá se tornar, ao que parece, uma das maiores e mais brilhantes estrelas na nossa galáxia, nas próximas centenas de milhares de anos. Nesta fase, tem oito a dez vezes a massa do Sol e está rodeada de gás e poeira.
Segundo a cientista Annie Zavagno, do Laboratório de Astrofísica de Marselha, estrelas dessa dimensão são raras e duram pouco. Captar uma delas durante sua formação é uma oportunidade de ouro.
Zavagno diz que, pelo entendimento atual, estrelas com mais de oito massas não poderiam ser formadas porque a intensa luz emitida por uma estrela tão grande deveria afastar as suas nuvens berço, antes que fosse possível acumular-se mais matéria.
No entanto, essas estrelas gigantes existem e algumas delas chegam a apresentar massas de 150 sóis. O fato de o Herschel ter avistado uma no início da sua vida irá permitir aos astrônomos investigar melhor o fenômeno.
À medida que as estrelas começam a se formar, o gás e a poeira que as rodeiam aquecem até algumas dezenas de graus acima do zero absoluto, emitindo no comprimento de onda do infravermelho. A atmosfera da Terra bloqueia completamente a maior parte destes comprimentos de onda, daí que seja necessária a observação a partir do espaço.
Herschel
O Herschel é o maior telescópio astronômico já colocado no espaço. O diâmetro do seu espelho principal é quatro vezes superior ao dos telescópios espaciais de infravermelhos já lançados e é uma vez e meia maior do que o do Hubble.
Graças à sua resolução e sensibilidade sem precedents, o Herschel está produzindo um censo das regiões de formação de estrelas da nossa galáxia.

Petróleo faz com que aves deixem de voar e de mergulhar
As aves aquáticas estão entre as principais vítimas de desastres ambientais como o do Golfo do México. Os primeiros animais com o corpo coberto de óleo do vazamento da plataforma Deepwater Horizon foram achados na costa da Lousiana. O simples peso do óleo sobre as penas muitas vezes as impede de voar ou de nadar.
“As aves marinhas possuem um óleo natural que cobre o corpo e as possibilita de mergulhar no mar sem afundar”, explica Leandra Golçalves, coordenadora da campanha de oceanos do grupo ambiental Greenpeace. O pelicano pardo, a garça branca-avermelhada e o pato da Flórida estão entre as espécies em risco.
O filme que envolve os animais também altera seu equilíbrio térmico, e eles podem morrer de frio ou de calor, dependendo da estação. Isso não acontece apenas com as aves, mas também com mamíferos como baleias, golfinhos e leões marinhos. Para piorar, a ingestão do combustível derramado na água gera intoxicações graves nos animais.
Entre as espécies ameaçadas no acidente estão as tartarugas marinhas, a baleia cachalote e o atum azul - o Golfo do México é o único local de reprodução dos peixes dessa espécie que vivem no Atlântico.
De acordo com o International Tanker Owners Pollution Federation Limited (ITOPF), grupo especializado em desastres ambientais, o plâncton, do qual se alimentam diversos seres aquáticos, é claramente contaminado pelo petróleo em pesquisas laboratoriais. Entretanto, esses organismos são difíceis de serem estudados em seu próprio habitat, o que torna difícil mensurar os danos.
A coordenadora do Greenpeace lembra que o acidente não poderia ter ocorrido em momento pior. O mês de abril é temporada de reprodução de peixes, pássaros, tartarugas e outras criaturas marinhas no local. Por instinto, os bichos tendem a se assentar e, com isso, não conseguem fugir a tempo de se salvar. Segundo afirmam pesquisadores, 90% de todas as espécies marinhas do Golfo do México fazem uso das regiões costeiras e dos estuários do Rio Mississipi ao menos uma vez na vida para reprodução.